Entenda o que é growth hacking e como aplicá-lo na prática!

Entenda o que é growth hacking e como aplicá-lo na prática!
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O marketing digital tem transformado para melhor os negócios de empresas de diferentes segmentos e portes. Suas técnicas estão sempre sendo reinventadas para atender demandas de mercado e clientes cada vez mais exigentes. Uma das formas de estabelecer como referência é o growth hacking.

Essa metodologia garante que as companhias sigam inovando e crescendo de maneira sustentável, uma vez que aposta no aprimoramento contínuo do negócio. Neste post, vamos conhecer mais sobre o conceito, seus benefícios e como executá-lo em sua corporação. Boa leitura!

O que é o growth hacking?

O termo foi cunhado pelo empreendedor norte-americano Sean Ellis para definir uma estratégia de marketing orientada diretamente aos experimentos. Isso envolve encontrar oportunidades (hacks) para obter sucesso e criar planos de ações específicas para o crescimento (growth) sustentável da empresa.

Trata-se de uma combinação de criatividade, pensamento analítico (junto a ferramentas de análise) e métricas sociais para vender produtos e ganhar posições no mercado.

É interessante notar que Ellis chegou a tal termo por meio de suas próprias experiências em organizações nas quais trabalhou. Ele percebeu que, quando terminava o período de consultor em determinada instituição, as companhias deixavam a inovação de lado e estagnavam, desperdiçando potencial.

O empreendedor sentiu que havia uma demanda com respeito à formação de profissionais qualificados para dar a devida continuidade ao trabalho iniciado naquelas empresas. Assim nasceu a figura do growth hacker.

No início os profissionais vinham quase exclusivamente da área de marketing, já que eram os colaboradores com conhecimento mais aproximado daquilo que Ellis procurava. Com o tempo, os growth hackers passaram a entender de processos, metodologias de experimentos, tecnologia e comportamento dos consumidores.

Compreender o que as pessoas sentem e pensam em todo o processo de realização de uma compra é algo fundamental para growth hackers bem-sucedidos.

Quais são os benefícios do growth hacking?

Agora que já sabemos um pouco mais sobre o conceito e os profissionais que se enquadram na categoria, vamos ficar por dentro das vantagens desse modo de trabalhar. Confira.

Aumenta a competitividade

O growth hacking é capaz de igualar a competitividade entre empresas de diferentes portes. Explica-se: o planejamento de marketing de uma companhia multinacional, por exemplo, não pode ser modificado a todo momento, já que o processo levaria mais tempo, até pela necessidade de engajamento de muitos colaboradores.

Isso não ocorre com pequenas e médias empresas, que apresentam maior flexibilidade para se readequar às oscilações do mercado.

Utiliza ferramentas acessíveis

Outro grande diferencial do growth hacking é que ele não demanda um amplo arsenal de ferramentas. A internet figura como grande aliada desse tipo de profissional, potencializando a escalabilidade do negócio como um todo.

Para aplicar estratégias de crescimento é possível contar com ferramentas disponíveis na web, elevando o nível de acessibilidade para as companhias. O Google Analytics, por exemplo, consiste em um ótimo programa de mensuração de experimentos.

Promove a retenção de clientes

Os experimentos feitos durante os processos de growth hacking ajudam na melhoria geral na qualidade de prestação dos serviços. Dessa forma, os clientes se sentem mais realizados e inclinados a fidelizar à sua marca.

Gera novas oportunidades de negócio

Ao longo da implantação é comum que nem tudo saia como esperado. Entretanto, cada medida serve para que a empresa conheça mais a respeito de seus produtos e consumidores.

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Como os colaboradores designados para a equipe vivem à procura de inovação, adquirem bastante conhecimento sobre o mercado em geral. Isso aprimora ainda mais os processos e gera diferentes oportunidades de negócio..

Traz resultados em menos tempo

O growth hacking acelera os procedimentos de desenvolvimento de projetos, oferecendo novas informações em menos tempo para a organização. Diretamente, o aumento de dados ocasiona mais produtividade.

Como executá-lo?

Primeiro vale lembrar que o growth hacking é totalmente focado na experimentação, testando distintos modelos. Embora alguns procedimentos variem de acordo com o negócio, há uma sequência de etapas destinadas a tirar o melhor do processo.

O funil do growth hacking, conhecido como AARRR ou “funil do pirata” (devido à sigla, que se assemelha a uma interjeição pirata). Criado por outro empreendedor importante, Dave McClure, ele tem cinco estágios:

  • aquisição (acquisition): agrupa as melhores práticas para atrair novos clientes;
  • ativação (activation): destinado a produzir uma primeira impressão positiva;
  • retenção (retention): período no qual há a fidelização efetiva de novos consumidores, que continuarão utilizando o produto;
  • receita (revenue): estágio em que os consumidores geram rentabilidade direta para o negócio em vez de usar amostras grátis, por exemplo;
  • indicações (referral): quando clientes fidelizados começam a convidar amigos para conhecer a marca e adquirir os produtos.

As ações efetivas de crescimento se desenvolvem para atender um dos estágios do funil do pirata. No geral, as ações de growth hacking são pensadas para otimizar as etapas desse funil. Mais importante que conhecê-los, no entanto, é identificar cada passo de implantação. Veja.

Geração de ideias

No momento inicial é necessário pensar em ideias que impulsionem o crescimento da empresa segundo suas características e diretrizes.

Um brainstorming ou uma dinâmica de grupos são estratégias interessantes para que a equipe de trabalho encontre insights relevantes, descartando opções sem muita ligação ao perfil de inovação buscado.

Seleção de ideias

Trata-se da hora de escolha sobre aquele brainstorm inicial. Assim, é importante tentar associar cada alternativa de ideia aos objetivos específicos da sua gestão e determinar quais são as mais úteis de acordo com o projeto.

Opções combinando menores custos com maiores chances de sucesso — principalmente se essa ideia tiver algo a ver com a experiência da sua equipe, merecem prioridade.

Modelagem de experimentos

Com as ideias devidamente escolhidas, chegamos à etapa de planejamento efetivo do experimento. Antes de tomar qualquer atitude, deve-se saber os motivos da realização dos testes, alimentando maneiras de superar os percalços e obstáculos que impeçam o crescimento da empresa.

Exemplo prático: determinada companhia que aposta em um blog com conteúdo relevante para o público. Isso eleva a conversão de vendas e a sensação, por parte dos clientes, de que a marca não tem como objetivo apenas o lucro, mas também o fornecimento de informações sólidas.

Execução de experimentos

Aqui chega a ocasião de finalmente colocar à prova todo o planejamento concebido nos passos anteriores. É fundamental acompanhar o que os profissionais estão exercendo para checar se tudo está de acordo com a modelagem estabelecida.

Análise de resultados

Por fim temos a fase na qual os resultados produzidos são analisados pela equipe de trabalho escolhida. Aqui, os gestores podem entrar de cabeça no projeto para determinar se as respostas encontradas solucionam os problemas levantados.

Ainda que os resultados não correspondam totalmente às expectativas, há tempo para aprimoramento. Afinal, como vimos no post, o growth hacking é um processo de qualificação contínua, com a meta de revigorar a empresa de forma duradoura.

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